C. Saúde Pontinha
21 478 98 50
SOS grávida
21 301 12 79
Ajuda de Mãe
Geral:
21 382 78 50
Damaia:
21 476 26 60
144- Emergência Social
144
SOS criança
800 20 26 51/
21 793 16 17
APAV- (apoio à vítima)
Av. Amália Rodrigues, 10-A Urb. Ribeirada- Odivelas
21 932 83 82
CAT- (toxicodep.)- Póvoa de S.to Adrião
21 938 23 50
CRASH- (toxicodep.) H Júlio de M.
21 796 18 07
Comissão de Protecção de C. e J. em Risco- Odivelas
21 934 45 50
Fax:
21 934 45 59
Comissão de Protecção de C. e J. em Risco- Lisboa Norte
21 715 68 33
Comissão de Protecção de C. e J. em Risco- Amadora
21 491 26 77
Seg. Social Odivelas
21 934 46 30
GAAF (pertence ao I. de Apoio à Criança)- B. P.de Cruz- sediado na escola 2,3 do B.ro P.de Cruz
21 712 17 60
quinta-feira, 30 de novembro de 2006
lidar com dores de cabeça -programação neurolinguística
Toma um tempo para entrares “em contacto” com a dor de cabeça. Repara em como te sentes.
Finge que tens um bocado de plasticina entre as tuas mãos, a qual pode ser de qualquer cor que tu queiras. Esta plasticina vai ser uma representação externa da tua dor de cabeça no exercício que te vamos sugerir de seguida.
Imagina a plasticina de uma cor que se relacione e represente a tua dor de cabeça, como se ela estivesse fora de ti próprio/a. Ela pode ser toda de uma cor, uma mistura de cores ou pode estar constantemente a mudar de cor. Apercebe-te de quando se tornar brilhante.
Dá à plasticina um tamanho e forma apropriado, incluindo formas estranhas, inchaços, espigas, buracos, etc. Repara caso ela comece a pulsar, ou a mudar de forma à medida que o tempo vai passando. Será curioso se ela também mudar a sua localização, ou talvez mesmo o seu tamanho....
Repara se ficar quente ou fria, húmida ou seca, áspera ou suave.
Repara em quaiquer sons que ela faça – de onde vêm os sons? São graves ou agudos e qual o seu volume? Deves também estar atento a mudanças de volume ou de intensidade à medida que o tempo vai passando.
Gradualmente começa a suavizar a cor e o brilho e começa a arredondar algumas saliências e bicos, começa a diminuir o peso desses bicos e saliências. E agora começa a tornar mais lento qualquer movimento até ficar parada e começa a diminuir a frequência da pulsação até que não mude mais de forma ou de tamanho.
Muda a textura até ser mais suave e calmante.
Permite ao som que fique mais baixinho, abafado e menos penetrante enquanto vai ficando concentrado no plasticina que tens entre as mãos.
Continua a contraí-la até que fique tão pequena que possas segurá-la entre o polegar e o indicador e depois aperta os dedos e fá-la saltar fora e fica a vê-la sumir-se no horizonte....
Finge que tens um bocado de plasticina entre as tuas mãos, a qual pode ser de qualquer cor que tu queiras. Esta plasticina vai ser uma representação externa da tua dor de cabeça no exercício que te vamos sugerir de seguida.
Imagina a plasticina de uma cor que se relacione e represente a tua dor de cabeça, como se ela estivesse fora de ti próprio/a. Ela pode ser toda de uma cor, uma mistura de cores ou pode estar constantemente a mudar de cor. Apercebe-te de quando se tornar brilhante.
Dá à plasticina um tamanho e forma apropriado, incluindo formas estranhas, inchaços, espigas, buracos, etc. Repara caso ela comece a pulsar, ou a mudar de forma à medida que o tempo vai passando. Será curioso se ela também mudar a sua localização, ou talvez mesmo o seu tamanho....
Repara se ficar quente ou fria, húmida ou seca, áspera ou suave.
Repara em quaiquer sons que ela faça – de onde vêm os sons? São graves ou agudos e qual o seu volume? Deves também estar atento a mudanças de volume ou de intensidade à medida que o tempo vai passando.
Gradualmente começa a suavizar a cor e o brilho e começa a arredondar algumas saliências e bicos, começa a diminuir o peso desses bicos e saliências. E agora começa a tornar mais lento qualquer movimento até ficar parada e começa a diminuir a frequência da pulsação até que não mude mais de forma ou de tamanho.
Muda a textura até ser mais suave e calmante.
Permite ao som que fique mais baixinho, abafado e menos penetrante enquanto vai ficando concentrado no plasticina que tens entre as mãos.
Continua a contraí-la até que fique tão pequena que possas segurá-la entre o polegar e o indicador e depois aperta os dedos e fá-la saltar fora e fica a vê-la sumir-se no horizonte....
Etiquetas:
dores de cabeça,
programação neurolinguística
carta de um filho aos pais
NÃO ME DÊS TUDO O QUE TE PEÇO – às vezes só peço para ver até onde posso receber.
NÃO ME GRITES – respeito-te menos quando o fazes e ensinas-me a mim também a gritar.
NÃO ME DÊS SEMPRE ORDENS – se às vezes me pedisses as coisas eu iria fazê-las mais depressa e com mais gosto.
CUMPRE AS PROMESSAS QUE FAZES, BOAS OU MÁS –Se me prometeste um prémio, dá-mo, mas dá-me também um castigo se foi essa a promessa.
NÃO ME COMPARES COM NINGUÉM, especialmente da família – se me apresentares como melhor que os outros, alguém irá sofrer; e se me apresentares como pior que os outros, serei eu quem sofrerá.
NÃO MUDES DE OPINIÃO COM DEMASIADA FREQUÊNCIA sobre o que eu devo fazer. Decide e mantém essa decisão.
DEIXA-ME APRENDER POR MIM MESMO –se tu fazes tudo por mim eu nunca poderei aprender.
NÃO DIGAS MENTIRAS diante de mim, nem me peças que as diga por ti, mesmo que seja para tirar-te de apuros. Fazes-me sentir mal e perder a fé no que dizes.
NÃO ME EXIJAS QUE DIGA SEMPRE O PORQUÊ, QUANDO FAÇO ALGO MAL – às vezes nem eu mesmo sei.
ADMITE OS TEUS ERROS – crescerá a boa opinião que tenho de ti e estarás a ensinar-me a admitir os meus.
TRATA-ME COM A MESMA AMABILIDADE COM QUE TRATAS OS TEUS AMIGOS – porque é que por sermos família não podemos tratarmo-nos com a mesma cordialidade que os amigos?
NÃO ME DIGAS QUE FAÇA UMA COISA SE TU NÃO A FAZES – eu aprenderei e farei o que tu fazes e não o que tu dizes.
NÃO ME DIGAS “NÃO TENHO TEMPO” quando te conte um problema meu. Tenta compreender-me e ajudar-me.
E AMA-ME E DIZ-MO – gosto de te ouvir dizê-lo, apesar de tu pensares que eu já o sei.

Esta obra está licenciada sob uma
Licença Creative Commons.
NÃO ME GRITES – respeito-te menos quando o fazes e ensinas-me a mim também a gritar.
NÃO ME DÊS SEMPRE ORDENS – se às vezes me pedisses as coisas eu iria fazê-las mais depressa e com mais gosto.
CUMPRE AS PROMESSAS QUE FAZES, BOAS OU MÁS –Se me prometeste um prémio, dá-mo, mas dá-me também um castigo se foi essa a promessa.
NÃO ME COMPARES COM NINGUÉM, especialmente da família – se me apresentares como melhor que os outros, alguém irá sofrer; e se me apresentares como pior que os outros, serei eu quem sofrerá.
NÃO MUDES DE OPINIÃO COM DEMASIADA FREQUÊNCIA sobre o que eu devo fazer. Decide e mantém essa decisão.
DEIXA-ME APRENDER POR MIM MESMO –se tu fazes tudo por mim eu nunca poderei aprender.
NÃO DIGAS MENTIRAS diante de mim, nem me peças que as diga por ti, mesmo que seja para tirar-te de apuros. Fazes-me sentir mal e perder a fé no que dizes.
NÃO ME EXIJAS QUE DIGA SEMPRE O PORQUÊ, QUANDO FAÇO ALGO MAL – às vezes nem eu mesmo sei.
ADMITE OS TEUS ERROS – crescerá a boa opinião que tenho de ti e estarás a ensinar-me a admitir os meus.
TRATA-ME COM A MESMA AMABILIDADE COM QUE TRATAS OS TEUS AMIGOS – porque é que por sermos família não podemos tratarmo-nos com a mesma cordialidade que os amigos?
NÃO ME DIGAS QUE FAÇA UMA COISA SE TU NÃO A FAZES – eu aprenderei e farei o que tu fazes e não o que tu dizes.
NÃO ME DIGAS “NÃO TENHO TEMPO” quando te conte um problema meu. Tenta compreender-me e ajudar-me.
E AMA-ME E DIZ-MO – gosto de te ouvir dizê-lo, apesar de tu pensares que eu já o sei.
Esta obra está licenciada sob uma
Licença Creative Commons.
- The file cartadeumfilhoaospais.doc identified by urn:sha1:5JDQGTWHWGTEPVEV3363ERVKJTHXY6HT is licensed to the public under the Atribuição-Uso Não-Comercial 2.5 Portugal license.
Subscrever:
Mensagens (Atom)