| Classroom Management Part 1 (structures) | http://www.youtube.com/watch?v=vvlR7o81x2Q |
| Classroom Management Part 2 (engagement) | http://www.youtube.com/watch?v=s9yOOwGYYfU |
| Checking for Understanding | http://www.youtube.com/watch?v=vd7TO9alAss |
| Differentiation | http://www.youtube.com/watch?v=mVRYSC8YyYA |
| Small Group Instruction | http://www.youtube.com/watch?v=AF3T2aZM3ko |
| Solving Word Problems | http://www.youtube.com/watch?v=WQYzOpcnWxs |
| Solving Percentage Problems | http://www.youtube.com/watch?v=KewfKIXRRtI |
| Adding & Subtracting Fractions | http://www.youtube.com/watch?v=wGx7I4TnTWA |
| Multiplying & Dividing Fractions | http://www.youtube.com/watch?v=OM5KkKk1dvE |
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Interessante para professores e psicólogos.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
sábado, 6 de outubro de 2007
termómetro das emoções
princípios da gestão do tempo
Já houve quem afirmasse que o problema existencial mais importante que cada homem enfrenta desde que nasce até que morre é: “como organizar o meu tempo de vida?”.
Por um lado há pressões no sentido de rentabilizar o trabalho ou o estudo, por outro a ilusão de que viver bem é evitar o desagradável, as horas de estudo por exemplo.
É inútil procurar o prazer a toda a hora, ou ter a ilusão de que se perdem os melhores anos da vida.
A idade de ouro não existe, a felicidade resulta de uma satisfação relativa com a vida que aos poucos se vai construindo através de uma adequação entre o mundo interior e o exterior .
NENHUM PROGRESSO OU SUCESSO
DURÁVEL SERÁ ALCANÇADO ENQUANTO ACREDITARMOS QUE É AGORA OU NUNCA QUE ATINGIMOS A FELICIDADE TOTAL E QUE ESTA É UM TUDO-OU-NADA.
Caminhar para o sucesso em qualquer dos domínios da vida implica reconhecer tranquilamente e aceitar o sacrifício de muito esforço e preseverança que não são recompensados de imediato. Faz sentido questionarmo-nos: “O que é que eu quero verdadeiramente? Que preço tenho de pagar neste
momento?”
Se há objectivos que queres alcançar daqui a muitos anos, tens de começar hoje mesmo a preencher “o espaço” que te separa deles! Talvez queiras ser mais eficiente, conseguir mais, melhor, fazer ou ser diferente, etc. Para tal é fundamental que especifiques esses objectivos em acções, diagnostiques o que te está a prejudicar, encontres soluções e as ponhas com em prática.
FORMULA OBJECTIVOS
Olha para ti e para a tua vida como um conjunto de resultados que são parcialmente da tua responsabilidade. Dentro dos limites do realismo, quanto mais responsável te sentires, maior o controlo que poderás ter sobre ti e a tua vida.
Imagina as acções que tens que executar no próximo ano/ mês /semana para procurares alcançar as tuas GRANDES METAS. Depois relaciona-as com as tarefas que tens de fazer no âmbito escolar. Procura encontrar um sentido, uma relação estimulante entre eles: MOTIVA-TE!
Define e escreve os teus objectivos para o próximo mês/ semana e dia. Verifica se esses objectivos são realistas, e se o seu cumprimento é observável ; usa uma linguagem positiva. Por ex. Em vez de “vou deixar de ser preguiçoso”, diz “vou fazer os T.P.C. 80% das vezes”
O MODO COMO USAS O TEMPO
O diagnóstico precede o tratamento.
Regista o tempo utilizado com as diversas actividades quotidianas. Compara esse gasto com o que seria necessário para cumprires os teus objectivos. Reflecte sobre as causas da diferença.
Faz uma estimativa do tempo que gastas por mês e ano com as diferentes actividades e reflete sobre o teu grau de satisfação e eficácia com essa utilização. Formula objectivos de melhoria.
Organiza-te seguindo os princípios da gestão do tempo.
É TEMPO DE MUDANÇA?
A gestão do tempo é um dos ingredientes da eficácia pessoal, para além de diminuir o stress, a fadiga, a culpabilidade e aumentar o amor-próprio. No entanto, apesar das vantagens óbvias, podem surgir dificuldades na modificação dos velhos
hábitos devido à energia que tal requer, ou por estarmos a fazer truques a nós mesmos e aparentemente agirmos de modo contrário ao que pretendemos ,como é o caso quando procrastinamos, dado que subconscientemente temos algum benefício secundário com o comportamento ineficaz; podemos também estar a usar maneiras distorcidas de pensar.
SUPORTES & APOIOS
· A agenda pessoal é uma ferramenta imprescindível, mas interessantes são também algumas aplicações informáticas que existem no mercado e te ajudarão a planificar actividades.
· Para conheceres mais estratégias, conversa com pessoas muito ocupadas que gerem o seu tempo com sucesso.
· Em caso de dificuldades maiores ou simplesmente para obteres mais informação, contacta com o Serviço de Psicologia e Orientação da tua escola.
princípios da gestão do tempo
1 - Decide o que queres fazer durante o dia, a semana, etc.
2 - Faz uma lista das coisas que tens de fazer e das que gostarias de fazer. Estima o tempo para cada uma.
3 - Se o conjunto de tarefas excede o tempo de que dispões, decide as prioridades. “ O que deve ser feito hoje; o que pode esperar e até quando; o que queres fazer hoje; o que acontece se não fizeres X, etc.”
4 - Cria uma sequência de tarefas a serem feitas. Encontra uma ordem com a qual “te dês” melhor: algumas pessoas pensam que o dia se passa melhor se começarem pelas tarefas prioritárias e depois prosseguirem com as que gostam, pois deste modo, cada vez que imaginam como vai ser o resto do dia “vêem” coisas agradáveis.
5 - Procura fazer uma tarefa de cada vez e terminá-la. Não saltes de uma actividade para outra deixando para trás um conjunto de coisas parcialmente completas. Em geral, desta maneira, cada tarefa demora mais, pois perdes tempo a repetidamente sintonizares-te com ela. Além disso, temos tendência para nos lembrarmos mais de tarefas incompletas, o que interfere com as que queremos realizar no presente.
6 - Faz pausas entre as actividades. Planeia breves intervalos e tempos para relaxar.
7 - Revê as prioridades e progressos pelo meio do dia.
8 - Fica atento à procrastinação. Estarás a evitar a tarefa porque propuseste a ti próprio objectivos muito exigentes? Terás sido irrealista acerca do que podes fazer? Poderás fazer essa tarefa já e livrares-te dela para o resto do dia?
9 - No fim do dia recorda o que conseguiste fazer, dá crédito a ti próprio e planeia o próximo dia.
terça-feira, 2 de outubro de 2007
sexta-feira, 30 de março de 2007
gente famosa com discalculia
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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007
sábado, 17 de fevereiro de 2007
um programa que lê textos em português
sábado, 3 de fevereiro de 2007
dislexia -sites interessantes
clique aqui para ter acesso a um site em língua francesa
PHDA- perturbação de hiperactividade e défice de atenção
http://www.chadd.org (inglês)
http://www.addforums.com (inglês)
www.apdch.net (português)
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terça-feira, 19 de dezembro de 2006
como se faz uma entrevista?
Uma entrevista é uma conversa em que uma pessoa pergunta e a outra responde.
A quem pergunta chama-se o entrevistador e a quem responde chama-se o entrevistado.
O que se pergunta?
O entrevistador pede informações e opiniões ao entrevistado sobre um assunto escolhido.
Quem escolhe o assunto é o entrevistador, mas este deve perguntar ao entrevistado se aceita dar informações e opiniões sobre esse mesmo assunto antes da entrevista começar.
O entrevistador deve evitar dar as suas opiniões sobre o assunto.
Se queres fazer uma entrevista então deves dar os seguintes passos:
- Decidires que informações queres recolher com a entrevista.
- Escolheres alguém que te possa dar estas informações através de uma entrevista.
- Pensares e escreveres as perguntas ou os assuntos a questionar.Se quiseres respostas mais completas do que o “sim” “não”e “talvez”, deves fazer perguntas abertas. As perguntas abertas são aquelas às quais não se pode responder com estas poucas palavras. Compara as respostas que dás às perguntas que agora te faço: gostas de andar na escola? Do que é que gostas na escola? A primeira é uma pergunta fechada, a segunda é uma pergunta aberta. As perguntas devem ser muito simples e pequenas para não criarem confusão.
- Treinares a entrevista usando um gravador ou ensaiando com um amigo ou colega (ou outra pessoa).
- Contactares com o entrevistado e dares-lhe um ideia rápida de quem és e do que pretendes falar com ele. Marca o local e a hora da entrevista.
- Sempre que possível deves chegar ao local da entrevista mais cedo do que o combinado e preparares as cadeiras, a mesa (se a houver), levar as perguntas escritas, folhas em branco, caneta e gravador (opcional).
- Apresentares-te ao entrevistado e explicares o objectivo da entrevista. Pedires-lhe licença para escrever ou gravar as suas respostas.
- Fazeres as perguntas uma de cada vez, ouvires atentamente a resposta e assim que conseguires toma nota por escrito. Poderás optar pelo uso do gravador.
- Se a resposta te parecer complicada, verifica se a compreendeste perguntando por exemplo: eu percebi que a sua opinião era ...blá blá blá. Era isto que me queria dizer?
No fim agradece e despede-te.
ATENÇÃO
Como em qualquer conversa o nosso corpo também “fala”. Assim deves ter uma expressão simpática, interessada e atenta. Conseguirás fazer estas expressões se realmente te sentires nessa altura simpático, interessado e atento.
BOM TRABALHO!
aconselhamento parental: treino de pais
Análise Funcional do comportamento
Definir comportamentos
Aprender a registar comportamentos.
a) Que parâmetros registar: frequência, intensidade, duração
b) Registo contínuo/Registo por intervalos
Estabelecer linha base
Técnicas para Aumentar a Frequência de Comportamentos: Reforço Positivo
Selecção de Reforços
1) Identificar reforços eficazes para aquele indivíduo.
2) Utilizar diferentes reforços.
3) Usar sempre que possível reforços generalizados. Passar da utilização de reforços
materiais para reforços sociais e naturais do meio ambiente do indivíduo.
4) Assegurar-se do controlo das fontes de reforço e que não existam contingências
competidoras.
Aplicação dos Reforços
1) Cada vez que se aplica um reforço deve-se clarificar o comportamento e a relação entre o comportamento e o reforço aplicado (facilita a discriminação).
2) Aplicar os reforços de forma imediata e contingente, para posteriormente ir aumentando o lapso de tempo entre o comportamento e o reforço.
3) Reforçar a conduta frequentemente (programa contínuo) até chegar a uma frequência ideal, para depois passar a um programa intermitente.
4) No caso de um comportamento complicado, dividi-lo em passos e reforçar a criança a cada passo conseguido. No início, reforçar aproximações ao comportamento desejado.
orientações para professores tutores
ORIENTAÇÕES
Tutoria pode definir-se como um processo em que uma pessoa, ajuda e apoia a aprendizagem de outra de uma forma interactiva, significativa e sistemática.
A tutoria era já uma prática comum na Grécia e Roma antigas. Actualmente a investigação mostra que a tutoria pode ser altamente eficaz, pois permite ao aluno mais reflexão acerca da aprendizagem, uso de vocabulário mais simples, mais exemplos, mais prática, mais feed-back e elogio, maior auto-regulação e tomada a seu cargo do processo de aprendizagem, mais incitamento e autocorrecção, maior resolução de mal entendidos, entre outros.
OBJECTIVOS
A tutoria está prevista na legislação e os seus objectivos são:
- apoio à integração do aluno na turma e na escola
- aconselhamento e orientação no estudo e nas tarefas escolares
- promover a articulação das actividades escolares com outras actividades formativas
Para alcançar estes objectivos deve o tutor articular com a família, apoios educativos, SPO e DT.
PROCEDIMENTO
O procedimento proposto para a tutoria é o seguinte: encontros semanais, entre tutor (professor) e tutorado (aluno) em formato de sessões de trabalho e de entrevista:
A entrevista é a situação concreta de diálogo entre o tutor e o aluno. Na entrevista pode conhecer-se melhor o aluno, oferecer-lhe uma ajuda personalizada e ajudá-lo a conhecer-se melhor. É ideal para os primeiros encontros, para ajudar os alunos a integrarem-se na turma e na escola, para resolver problemas, para momentos críticos, entre outros.
O trabalho do tutor baseia-se num relação de confiança, empatia, envolvimento, genuinidade e é centrado nas necessidades do aluno. É um processo de ACONSELHAMENTO.
As sessões/entrevistas de trabalho serão semidirectivas e semiestruturadas: o objecto de diálogo e de trabalho é negociado entre tutor e tutorado de modo a encontrar convergências entre as necessidades identificadas pelo CT e as percebidas pelo aluno.
Nas entrevistas/sessões de tutoria, sugere-se ao tutor:
Evitar interrogatórios e o desejo de controlar a situação;
Não ser impositivo, nem manipulador, nem paternalista;
Informar claramente que se deseja ajudar, que o tutor se interessa pelo aluno e que este pode contar com ele para expor as suas dúvidas e problemas;
Suprimir o 'protocolo' para se conseguir uma situação agradável, em que o aluno se sinta cómodo, seguro e sem se sentir julgado nem pressionado;
Não tentar conseguir tudo numa única entrevista; a tutoria é um processo contínuo, por isso deve haver entrevistas periódicas;
Não ter pressa;
Planificar a sessão de forma semi-estruturada e não a converter numa conversa informal.
O encontro inicial serve para estruturar a relação e motivar o aluno:
- Começar com um tema que possa ser interessante para o aluno compreender que o tutor não quer ser directivo. Sugestões de temas:
l. Expectativas que o aluno tem a curto, a médio e a longo prazo;
2. O que lhe agrada mais e o que agrada menos no trabalho escolar em geral;
3. Como pode melhorar os seus hábitos de trabalho e de estudo;
4. Se é feliz com o que faz e como o faz;
5. Que tipo de relação considera idónea entre professor e aluno
- Reflectir em conjunto sobre aspectos académicos e o futuro pessoal e escolar do aluno
- Questionar o aluno sobre as expectativas face à tutoria, corrigi-las se necessário e explicar-lhe como vai funcionar a mesma, o papel do tutor e o que se espera do aluno, o horário, como vão lidar com as faltas, etc..
- Por fim, deixar algum tema iniciado para a próxima entrevista. Para motivar alguns alunos poderá ser interessante planear para um futuro próximo uma sessão em que o aluno ensina algo ao tutor.
Nas sessões seguintes o tutor procurará aprofundar a relação de confiança, mostrando que está a fazer compreensão empática e escuta activa, assumindo posteriormente uma atitude de apoio na resolução de problemas.
As técnicas a usar poderão ser:
Posicionamento a 90º do tutor face ao tutorado
Uso da paráfrase. Ex: "então sentes que a mudança de turma te vai ajudar a melhorar os resultados escolares?". É imprescindível para criar uma boa relação e é acompanhada de suspensão da crítica, ou das sugestões.
Trabalho com o aluno (depois de ouvido atentamente), para transformar os problemas em objectivos. Em seguida listam-se propostas de solução, realizadas pelo aluno e pelo tutor.
Nas sessões de trabalho no apoio à organização do estudo, à aprendizagem de métodos de estudo e à realização de tarefas escolares, os tutores devem:
- Apoiar a realização de tarefas concretas, sendo por vezes necessário acompanhar o aluno até ao Centro de Recursos, salas de estudo ou até professores que possam esclarecer dúvidas.
- Ter como alvo os objectivos do aluno e as suas necessidades percebidas. Por vezes os alunos querem resolver pequenas tarefas mais do que realmente aprender. Deve-se começar tendo em conta as preocupações imediatas dos alunos, mas aos poucos tentar alargar os seus objectivos.
- Caminhar por pequenos passos.
- Equilibrar apoio e desafio de modo a que o aluno se vá tornando mais autónomo e se mantenha motivado.
- Evitar sermões. Fazer intervenções curtas.
- Usar a revisão e síntese dos encontrso anteriores e durante cada encontro.
- Concentrar-se na tarefa em mãos, evitando derivar para conversas irrelevantes. O tempo de tutoria é precioso.
- Variar. Misturar tarefas simples e difíceis, curtas e longas, altamente estruturadas e abertas, falar, ouvir, ler e escrever.
- Questionar. Não faça perguntas que exijam um resposta monossilábica. Ponha questões abertas, mas simples. Faça perguntas que levem o aluno a aplicar, analisar, prever, classificar, sintetizar, justificar ou avaliar o que está a aprender.
- Dar tempo para pensar.
- Elogiar quando os alunos resolverem problemas ou tarefas difíceis para eles. Elogie a autocorrecção. Elogie quando a frequência de erros diminui. Elogie uma actuação melhor, ainda que não seja perfeita. Elogie pela participação na sessão de tutoria. Elogie eficazmente especificando a razão porque o faz.
RESUMO
A tutoria visa apoiar o aluno na sua integração sócioafectiva na escola e no estudo e realização de tarefas escolares, articulando com a aprendizagem não formal.
O tutor usa a entrevista semiestruturada e semidirectiva para: estabelecer com o aluno uma relação de confiança, conhecer o aluno, motivá-lo, ajudá-lo a (re)formular objectivos, resolver problemas, aumentar o seu auto-conhecimento e a sua integração sócio-afectiva, explorar interesses...
A entrevista tem dois grandes momentos: um de escuta activa e empática, sem críticas nem sugestões e outra de formulação de objectivos e exploração de alternativas para resolver problemas concretos.
O tutor usa as sessões de trabalho e estudo para ajudar o aluno a organizar-se e a realizar o estudo e as tarefas escolares, ensinando através de demonstração o uso de métodos de estudo...
Na mesma sessão poderá usar as técnicas de entrevista e de sessão de estudo.